terça-feira, 16 de abril de 2013
ESPIRITUALIDADE BUDISTA - FORTALEZA
* * * Divulgação * * *
INSCRIÇÕES GRATUITAS PARA EVENTO COM MONJA BUDISTA NA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - Debate com a Profa. Dra. Paola Torres (Docente no Dpto. de Medicina Clinica)
"LIBERDADE E LIBERAÇÃO NA FILOSOFIA E ESPIRITUALIDADE BUDISTAS"
26.Abril (sexta-feira), 9h
Faculdade de Medicina - Universidade Federal do Ceará (Campus do Porangabussú - Fortaleza)
- SALA F Biblioteca (1o. Andar Bloco Didático)
- Por trás do prédio da Prefeitura do Campus e na frente do Dpto. de Patologia
http://www2.virtual.ufc.br/casa/index.php?option=com_ckforms&view=ckforms&id=12&Itemid=79
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
adao
** Pintura: William
Bouguereau (1825-1905) - Dante et Virgile, 1850
((eva.ngelho do amor nos últimos dias))
BU!LEÁRIO EPYCISTA
sermão #1
O tabernáculo da IGREJA DO REDENTOR GAY PESSOAL foi recentemente fundado nos planos elevados da consciência humana, por ocasião da lua-cheia de Fevereiro de 2013. A nossa revelação está vinculada à santificada figura de Ad´ham (Adão), o único e verdadeiro homem, exemplo de bravura celestial para a melhor elucidação da nossa crença e dos seus mistérios correspondentes. Adão, o primeiro insurgente nessa experiência comunal da vida, o portador da fantasia primeva no selvagem entre os corpos dos homens, renunciou ao convívio junto ao temperamento de Eva para edificar um reino dos seus próprios encantamentos e estrelas para devoção singular. Adan, em persa antigo, é o pronome de primeira pessoa, é aquele que, sendo possível desviar do conjunto, é capaz de dizer "eu" e algo sobre si. Refugiado em bosques longínquos, Adão inspirou-se na fratura replicante de uma segunda costela e ali, compadecidos na sua ferida e destemida errância, os espíritos solidários na floresta emprestaram barro e seiva para construir a forma de Adoniyah (Adonias), a carne e o osso conjugados ao seu Prior, o Secundus Phallus de todos nós (ensinaram os antigos sábios romanos: “Secundus felator rarus”). Ambos então proscritos ao Todo-Poderoso estigmatizado na fuligem tóxica dos porões e dos séculos (com o veneno do machismo, do patriarcalismo e do sexismo etc), o enlace magyar na atração de Adão e de Adonias testemunham que o tempo vivido sob a proteção transgressora da filha do amor (do feminino que não é suave, a volúpia) traria a salvação das almas na bruma gélida das noites longas. Antes, portanto, de qualquer fruto amadurecido na boca de Eva, anterior à expulsão mesma conduzida pelo Verbo, Adão já evadira da eternidade conjugal e dos seus caprichos heteronormativos. Da inveja refletida nos três sóis e seis luas que orbitavam aqueles titãs, a serpente determinou-se a obstar o convívio de Adão com Adonias naquele Mundo-sem-Fim: confrontando o amor que só crescia vez após vez, Eva provocou a ira perpétua da divindade vigente, instância soberba que, banindo e condenando ao exílio do Paraíso, impôs que a infâmia de Adão existisse apartada da plenitude em Adonias. Embora condenado à inadequação dos afetos díspares que surgem na pele suave de Eva e esconjurado da felicidade inesgotável ao lado do seu Adonias, não imaginava Adão que, também renunciando às delícias e bem-aventuranças celestiais, Adonias traria consigo uma arriscada chance para depor a investidura de confinamento em sua imortalidade. Questionando a intenção do criador e o modo imperfeito das suas limitadas criaturas, a blasfêmia de Adonias pretendeu interferir na autoridade original sobre os domínios livres dos céus e da vida, resultando-se, afinal, como um futuro também apartado daquela esfera de abandono e de renúncias onde se encontrada. Ali, desertados da pacífica felicidade na fúria de um Perfeito que não é sublime, caminhantes de um mundo frágil e real, Adão e Adonias construíram sua possível e decaída fertilidade. A maçã pagã mordida, precipitada como benção (e despedida) apostólica, sustenta o rubro das lembranças e das intensidades, doçura e mel partilhada à trois: ménage com finalidades procriativas secundárias, entre um e o outro formoso sodomita no leito de sua desvairada Eva. Bebamos, pois, uns dos outros e dos que virão, porquanto o batismo das uvas repõe os açúcares drenados pelo cinza do horizonte.Nunca mais, desde então, houve a Casa do Pai, ou do Patrono, ou do Papa, ou do Patriarca, ou do Padre, ou do Pároco, nem do Pastor ou de nenhum dos Pedros ou meus Senhores, nada de Pedras angulares, ou de Pontificados e de faustos Ministérios Petrinos. Experimentando as injunções do Adanismo: o Culto, eventos sem tempo ou sem lugar, o Madrigal para Adão, seus protegidos tornaram-se notórios como os Adonistas: os Seguidores, ou Séquitos de Adão que vaguearam nas planícies. Do púlpito aos poplíteos, da palavra falada à sinergia dos impulsos: os seus destinos estão abertos para a invenção! Egressos daquele deus-Pai e abraçados por uma deusa-Volúpia; onde já não há virgens maçãs e moças - da Eva, provou-se!
AF, o-Conselheiro ;o)
27.II.2013
* * * * * *
Lições do tio-DELEUZE: repetir, repetir, repetir, repetir, repetir, forçar a diferença, fazer fugir, surgir algo por trás (Quel enculé! Ça?). Lições do budie-AGAMBEN: p-r-o-f-a-n-a-r, do homo sacer ao homo demoniens.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
youth
JUVENTUDES EM (NOSSO) SOCORRO
André Feitosa
Há quem justifique que no conduzir da vida humana, desprovido de certo “princípio de juventude”, não se encontra a superação para o necessário do dia a dia, sem o qual seríamos reduzidos à escassez de sentidos. Se já não nos convencemos das equações sociais que Europa e América do Norte produziram em suas respectivas geografias do conhecimento (ver mais no trabalho de Boaventura de Souza Santos), também a reinvenção do conceito e função das juventudes podem gerar novos significados para as tramas contemporâneas. Penso, como ilustração, em comportamentos na fronteira da suspensão dos cânones da saúde e certa suposição de violência autodirigida. Há não muito tempo, Ernst Bloch, notável inspirador aos movimentos estudantis em 1968, pressentia que os sonhos da juventude avançam o mundo pelas mãos da esperança: apenas na ousadia dessa fruição combativa do real e do concreto haveria espaço de outro futuro, portanto, de outra imaginação. Aos jovens, é vislumbrada a fantasia de criar outros mundos, de transformar a sensibilidade do que partilhamos como a vida tida em comum. Os espectros ampliados de experiências, percepções, fundamentalmente de sonhos e desejos “jovens” em seus horizontes buscados, irrompem e desafiam a ordem posta desse momento e instituições do mundo. Não sem razão, temos enorme medo, antecipando toda sorte de moral e coerções àqueles acometidos por tais afetos juvenis. Mais recentemente, como também discute o psicanalista Contardo Calligaris, observam-se diferentes frentes de poder-clínico que pretendem neutralizar (leia-se, diagnosticar e, pretensamente, medicar) essa condição do “devaneio” e do “desvario”: entre quem distribui sonhos pelo mundo convertidos à condição sociopolítica de portadores de um transtorno. Sejam os corpos que explodem com novos hormônios, seja naqueles que adormecem para as sensações amadurecidas no passado, essa juventude sazonal que vem e vai, entre estações da adolescência e crises de meia idade, geralmente acompanha novas experimentações de enlace e pertencimento ao outro: um rastro eloquente de abertura, de confiança, de capacidade de assumir outros riscos. Juventude, mais que resistência, é potência indefinida, é inventividade, é contradição, é paradoxo. Juventude é o contraditório para o assimilado e o estabilizado. Juventude, sendo o movimento que descaracteriza uma materialização de existir, é também um dispositivo que transita com a finitude: curiosamente, a juventude é a morte simbólica de inúmeros processos. Aproximar-se do jovem é colocar-se na proximidade do signo da impermanência, da transitoriedade, da contaminação, da passagem que não está submetida ao controle: do jogo e do aspecto lúdico nas travessias com a morte. Ora, disseram-nos que apenas na alma do jovem tudo é possível – somente na bravura das transformações e do contínuo investimento no futuro, há movimento – posto que há ruído e resíduo. Arthur Rimbaud, um desses poetas das convulsões e contradições – por isso mesmo apaixonante –, lembrou-nos que “la seule chose insupportable, c'est que rien n'est supportable”. Juventude é isso-infinito, o insuportável de que nada é por si mesmo suportável. Longe das convenções que mutila a frase como liberdade banal e inconsequência, apenas uma relação franca com a vida reconheceria o verdadeiro drama de quem não esbarra em nenhuma verdade última – o sublime, ou a desgraça de uma vida que por inteiro aguça a invenção do seu próprio destino frágil e inseguro, que se realiza apenas na imanência do acontecimento. Juventude é essa experiência insuportável, sobretudo para quem a vive no seu maior absurdo e devastação, seja do desenvolvimento etário (e não saber onde localizar respostas) ou do experiencial adulto (por já saber que não haverá respostas pacificadoras). A juventude, nesse prisma, não é o que somente tende ao poderia-tudo, contudo, entendida como a fugacidade do que não suporta-nada, daquela condição que não circunscreve a vida às reduções historicamente estabelecidas, a juventude só pode ser anti-maturidade e anti-psiquismo. Nessa esfera outra que tematiza o “bom” e o “correto” já contratado nos costumes, ensina-nos Abraham Maslow: “Para quem só sabe usar martelo, todo problema é um prego”. Nossa juventude não é dispositivo que assenta e sustentar madeira putrefa de conhecimento, nossa juventude é transfiguração de um substrato indizível em possibilidades ainda não-humanas.
*_*
André Feitosa
Há quem justifique que no conduzir da vida humana, desprovido de certo “princípio de juventude”, não se encontra a superação para o necessário do dia a dia, sem o qual seríamos reduzidos à escassez de sentidos. Se já não nos convencemos das equações sociais que Europa e América do Norte produziram em suas respectivas geografias do conhecimento (ver mais no trabalho de Boaventura de Souza Santos), também a reinvenção do conceito e função das juventudes podem gerar novos significados para as tramas contemporâneas. Penso, como ilustração, em comportamentos na fronteira da suspensão dos cânones da saúde e certa suposição de violência autodirigida. Há não muito tempo, Ernst Bloch, notável inspirador aos movimentos estudantis em 1968, pressentia que os sonhos da juventude avançam o mundo pelas mãos da esperança: apenas na ousadia dessa fruição combativa do real e do concreto haveria espaço de outro futuro, portanto, de outra imaginação. Aos jovens, é vislumbrada a fantasia de criar outros mundos, de transformar a sensibilidade do que partilhamos como a vida tida em comum. Os espectros ampliados de experiências, percepções, fundamentalmente de sonhos e desejos “jovens” em seus horizontes buscados, irrompem e desafiam a ordem posta desse momento e instituições do mundo. Não sem razão, temos enorme medo, antecipando toda sorte de moral e coerções àqueles acometidos por tais afetos juvenis. Mais recentemente, como também discute o psicanalista Contardo Calligaris, observam-se diferentes frentes de poder-clínico que pretendem neutralizar (leia-se, diagnosticar e, pretensamente, medicar) essa condição do “devaneio” e do “desvario”: entre quem distribui sonhos pelo mundo convertidos à condição sociopolítica de portadores de um transtorno. Sejam os corpos que explodem com novos hormônios, seja naqueles que adormecem para as sensações amadurecidas no passado, essa juventude sazonal que vem e vai, entre estações da adolescência e crises de meia idade, geralmente acompanha novas experimentações de enlace e pertencimento ao outro: um rastro eloquente de abertura, de confiança, de capacidade de assumir outros riscos. Juventude, mais que resistência, é potência indefinida, é inventividade, é contradição, é paradoxo. Juventude é o contraditório para o assimilado e o estabilizado. Juventude, sendo o movimento que descaracteriza uma materialização de existir, é também um dispositivo que transita com a finitude: curiosamente, a juventude é a morte simbólica de inúmeros processos. Aproximar-se do jovem é colocar-se na proximidade do signo da impermanência, da transitoriedade, da contaminação, da passagem que não está submetida ao controle: do jogo e do aspecto lúdico nas travessias com a morte. Ora, disseram-nos que apenas na alma do jovem tudo é possível – somente na bravura das transformações e do contínuo investimento no futuro, há movimento – posto que há ruído e resíduo. Arthur Rimbaud, um desses poetas das convulsões e contradições – por isso mesmo apaixonante –, lembrou-nos que “la seule chose insupportable, c'est que rien n'est supportable”. Juventude é isso-infinito, o insuportável de que nada é por si mesmo suportável. Longe das convenções que mutila a frase como liberdade banal e inconsequência, apenas uma relação franca com a vida reconheceria o verdadeiro drama de quem não esbarra em nenhuma verdade última – o sublime, ou a desgraça de uma vida que por inteiro aguça a invenção do seu próprio destino frágil e inseguro, que se realiza apenas na imanência do acontecimento. Juventude é essa experiência insuportável, sobretudo para quem a vive no seu maior absurdo e devastação, seja do desenvolvimento etário (e não saber onde localizar respostas) ou do experiencial adulto (por já saber que não haverá respostas pacificadoras). A juventude, nesse prisma, não é o que somente tende ao poderia-tudo, contudo, entendida como a fugacidade do que não suporta-nada, daquela condição que não circunscreve a vida às reduções historicamente estabelecidas, a juventude só pode ser anti-maturidade e anti-psiquismo. Nessa esfera outra que tematiza o “bom” e o “correto” já contratado nos costumes, ensina-nos Abraham Maslow: “Para quem só sabe usar martelo, todo problema é um prego”. Nossa juventude não é dispositivo que assenta e sustentar madeira putrefa de conhecimento, nossa juventude é transfiguração de um substrato indizível em possibilidades ainda não-humanas.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
terceiro
se este impulso demorar o tempo da volta,
fazemos um Terceiro nosso:
você quem é capaz de parir; Eu, apenas paris.
fazemos um Terceiro nosso:
você quem é capaz de parir; Eu, apenas paris.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Seminario
RESUMO:
Trata-se de uma discussão sobre a arte do Butô,
concepção estética japonesa do pós Segunda Guerra que estabeleceu interfaces
com o teatro, a dança, o cinema e a música do século XX. O Seminário é
organizado pelo Teatro MiMO com o Eixo de Estética do Curso de Psicologia da
FANOR. A abertura será realizada pelo Prof. Daniel Lins retomando experiências
do Butô na Cidade de Fortaleza, desde o final da década de 1990, com o
aprofundamento de conceitos importantes na Filosofia Francesa. Dirige-se a
acadêmicos e artistas de modo especial, pesquisadores, profissionais e
estudantes que dialogam na via da ciência e da arte, com abertura a todos os
interessados na cultura japonesa para o corpo. / Ação de formação continuada no
Eixo de Estética da Ênfase Curricular em Psicologia, Instituições e Culturas,
prosseguindo a Residência Artística em Butô, anteriormente realizada no mês de maio
de 2012, na FANOR, com participação de acadêmicos e artistas.
*
I SEMINÁRIO ESTÉTICAS E SOMBRAS:
EXPERIMENTAÇÕES PÓS-BUTOH NO CEARÁ (15h/atv)
25
e 26 de setembro de 2012 (terça e quarta) – Fortaleza, Ceará
Realização do Teatro MiMO & do Curso de Psicologia da FANOR/DeVry Brasil (Eixo Estética/Ênfase Curricular de Psicologia, Instituições e Culturas); Apoio do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e do Grupo Aprendizes em Troca.
Atividade gratuita, inscrições no local e certificados à participação integral.
Informações: tomazdeaquino1@yahoo.com.br, andre_feitosa@msn.com
Participe! Conferência e Mesas de debates, apresentação dialogada de espetáculo, vídeo-debate, performance e experimentações práticas. Divulgue entre listas, grupos e contatos!
Atividade gratuita, inscrições no local e certificados à participação integral.
Informações: tomazdeaquino1@yahoo.com.br, andre_feitosa@msn.com
Participe! Conferência e Mesas de debates, apresentação dialogada de espetáculo, vídeo-debate, performance e experimentações práticas. Divulgue entre listas, grupos e contatos!
*
PROGRAMAÇÃO:
25 de setembro de 2012 (TERÇA-FEIRA)
INSCRIÇÕES
NO LOCAL
A
partir de 13h.
Salão
de entrada para Auditório do Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura.
ATIVIDADE
1: CONFERÊNCIA DE ABERTURA (14h-15h30)
::
O Butô como Est-Ética
do Acontecimento
| Daniel Lins – Professor, UFC
::
Mediador para atividade: (a definir.)
Local
- Auditório do Centro Cultural Dragão do Mar
ATIVIDADE
2: DEBATE SOnnBRAS DO BUTOH (15h30-16h30)
Problematizações
em 15min/cada fala.
::
sombras em cenas
| Juliana
Weyne - Estudante de Teatro, IFCE
::
psikismos das sombras
| Andre
Feitosa - Professor, FANOR/DeVry Brasil
::
sombra e presença do
Butoh no Ceará | Silvia Moura - Diretora, Centro de Experimentações
em Movimento/CE
::
Mediador para atividade: Fernando Lira
– IFCE.
Local
- Auditório do Centro Cultural Dragão do Mar
ATIVIDADE
3: DEBATE MATAR OU MORRER (16h30-17h30)
Problematizações
em 15min/cada fala.
::
negociadores da morte
– processos de pistolagem | Yuri Sales - Professor, FANOR/DeVry Br. e
UniChristus
::
dirigindo a/à morte –
processos de direção | Tomaz de Aquino - Diretor, Teatro MiMO
::
dança da morte –
processos corporais |
Thiago Braga – Dançarino, Grupo Aprendizes em Troca/CE
::
Mediador para atividade: Danilo Castro
– Crítico/Articulista do Jornal OPOVO.
Local
- Auditório do Centro Cultural Dragão do Mar
ATIVIDADE
4: FÓRUM LIVRE DE PENSAMENTOS E SENSAÇÕES (17h30-18h30)
Intercâmbio
de ideias para
questões problematizadas durante a tarde e sugestões de atividades/articulações
futuras.
::
Mediador para atividade: (a definir.)
Local
- Auditório do Centro Cultural Dragão do Mar
ATIVIDADE
5: ESPETÁCULO COM DIÁLOGO (20h-21h30)
::
Espetáculo “Sakura
Matsuri: O Jardim das Cerejeiras”, com elenco do Teatro MiMO - 20h |
CLASSIFICAÇÃO: 14 ANOS, Bilheteria: R$ 2/ R$ 1, Resenha disponível em: http://www.dragaodomar.org.br/materias.php?pg=sakura
::
Diálogo sobre o espetáculo - 21h
Local
- Teatro do Centro Cultural Dragão do Mar
26 de setembro de 2012 (QUARTA-FEIRA)
ATIVIDADE
6: VÍDEO-DEBATE (9h-12h)
::
Filme “HANAMI – JARDIM DE CEREJEIRAS”
(2008, Alemanha/França, dirigido por Doris Dorrie)
::
Mediador para atividade: André Feitosa, FANOR
Local
– Auditório 1 da FANOR (Av. Santos Dumont, 7800 – Dunas)
ATIVIDADE
7: EXPERIMENTAÇÕES PRÁTICAS DE BUTOH (15h-18h)
::
Um Corpo Vazio e Um Vazio do Corpo
::
Facilitador da atividade: Tomaz de Aquino, Teatro MiMO
Local
– Praça Verde do Centro Cultural Dragão do Mar
Conclusão
das atividades: intervenção “A Sombra de
Ícaro” com Thiago Pinheiro Braga – Grupo Aprendizes em Troca.
BREVE
CURRÍCULO DOS PARTICIPANTES:
DANIEL LINS é dos mais importantes
intelectuais brasileiros. Autor/organizador com publicações em número superior
a 20 livros, articulista para jornais/revistais de grande circulação, além de inúmeros
ensaios/capítulos/artigos especializados. Pernambucano que adotou o Ceará como morada
de muitos afetos embora se mantendo um cidadão planetário, orientador de
trabalhos acadêmicos, professor e convidado em Universidades brasileiras e
internacionais, investigador e apaixonado das culturas, em suas diversidades e
potências que expressam vida. Filósofo, sociólogo, psicanalista e curador de
eventos acadêmicos/artísticos, com doutorado realizado na Universidade de Paris
VII e pós-doutorado em Paris VIII. Celebrado como um pensador fortemente crítico
e não menos original, surpreendente e criativo, que se dedicou às discussões de
Friedrich Nietzsche, de Antonin Artaud e de Gilles Deleuze, com novas
possibilidades de interpretar facetas contemporâneas do existir, tais como o
rock, o surfe, dentre outras manifestações. Escuta-lo, em Fortaleza, é sempre
uma oportunidade de encantamentos estéticos e reflexivos.
JULIANA WEYNE – Estudante de Licenciatura em Teatro no IFCE, cantora lírica e
atriz-pesquisadora de Artes Dramáticas do Japão com ênfase na dança Butoh.
Atualmente participa do Projeto Oficinas de Ciências, Arte e Tecnologia, sob a orientação
do professor Gilvandenys Leite Sales, cujo objetivo é desenvolver atividades
científicas e culturais visando à divulgação das Ciências da Natureza e da Matemática
por meio do teatro, exposições de arte, dança e música.
ANDRÉ FEITOSA – Psicólogo com formações
humanistas (em psicoeducação e em psicoterapia), mestre em Relação de Ajuda e
Intervenção Terapêutica e doutorando em Psicologias, ambos pela Universidade
Autónoma de Lisboa. Psicoterapeuta e formador em Abordagem Centrada na Pessoa,
professor que desenvolve investigações acadêmicas e estéticas no campo do Butô,
dialogando com o obscuro pós-moderno, nas suas categorias de Homem Pós-Vínculo
e Pós-Afeto e a produção de anti-psikismos/anti-objetos.
SILVIA MOURA – Bailarina, Coreógrafa, Atriz. Fez o Colégio de Direção como Atriz e o Colégio
de Dança em Criação Coreográfica. Participou de cursos de Mimésis corpórea com
o LUME/UNICAMP, de Butoh com Carlota Ikeda e Maura Baiochi, além do treinamento
e montagem com o diretor Shimizu
Shinjin - do Gekidan Kaitaisha/Teatro da Desconstrução
(Japão). Atualmente, desenvolve trabalhos no CEM – Centro de Experimentações em
Movimentos (2002/2012).
FERNANDO
LIRA – Doutor em artes cênicas (UFBA), Mestre em
Comunicação e Semiótica (PUC-SP), graduado em Comunicação Social (UFC). Tem
experiência na área de Artes, com ênfase em Dramaturgia, atuando principalmente
nos seguintes temas: teatro infantil, peça teatral e comédias. Atualmente,
ensina no Curso de Licenciatura em Teatro do IFCE e é Coordenador do Grupo de
Pesquisa Comicidade, Riso e Experimentos (CRISE) na mesma instituição.
YURI SALES – Psicólogo com
formação clínica complementar, mestre em Psicologia com estadia na Universidade
de Toronto (na qualidade de visiting-scholar) e doutorando em Psicologia na
Universidade Autónoma de Lisboa. Psicoterapeuta e professor de Psicologia,
interessado na fronteira e problemáticas emergentes entre a Justiça e o Psíquico,
em especialmente, as negociações da morte no imaginário do sertão do Ceará.
TOMAZ DE AQUINO – Diretor Teatral e ator-pesquisador nas linhas de
pesquisa da Mimica e do Teatro Físico. Graduado em Artes Cênicas pelo IFCE e
formado pelo Curso de Arte Dramática da UFC. Atualmente, participa como
pesquisador do grupo Poéticas do Corpo – de pesquisa e experimentação do corpo
em teatro e dança, com registro no CNPQ, sob a orientação da professora doutora
Mônica Braga Marçal, e dirige o Teatro MiMO, grupo que tem como foco de
pesquisa cênica a mímica, o palhaço e a performance.
THIAGO
BRAGA – Ator, dançarino. Formado pelo Curso Técnico
em Dança do Ceará – SESC/SENAC/IACC, Curso de Artes Dramáticas - UFC, Graduando
na licenciatura em Teatro pelo IFCE. Integrou o “Centro de Experimentações em
Movimento”. Participa atualmente do grupo de treinamento e pesquisa “Aprendizes
em Troca”, com investigações no corpo enquanto o lugar do “entre” na dança e no
teatro, por meio do treinamento físico/energético, da dança contemporânea e do
Butoh.
DANILO
CASTRO – Ator graduado em Artes Cênicas, pelo
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), estudante
do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Ceará (UFC). Atualmente
escreve para o caderno Vida & Arte do Jornal O POVO e mantém o blog (www.odanilocastro.blogspot.com)
com intuito de promover as artes cênicas com discussões e críticas.
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